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A greve dos trabalhadores dos Correios, iniciada no dia 10 de setembro, ultrapassou uma semana em todo o país. O julgamento do dissídio coletivo está marcado para segunda-feira (21), às 13h30, no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Entre as principais reivindicações da categoria estão a recomposição salarial, ganho real, a retomada do pagamento de 70% do adicional de férias e o pagamento de 200% para quem trabalhar em dias de descanso ou feriados.
Os trabalhadores também contestam mudanças no CorreiosSaúde. A categoria é contrária à alteração da condição dos Correios de “mantenedora” para “patrocinadora” do plano e afirma que a mudança pode aumentar os custos para empregados, aposentados e dependentes.
Além disso, os funcionários se posicionam contra alterações em gratificações específicas e outros benefícios.
No dia 12 de setembro, o presidente do TST, ministro Vieira de Mello Filho, determinou que 80% do efetivo de cada unidade dos Correios seja mantido durante a greve. A decisão considerou a natureza essencial dos serviços postais e os compromissos relacionados às eleições de 2026.
Os Correios afirmam que a paralisação tem adesão parcial e que os serviços continuam funcionando em todo o país. Para reduzir os impactos da greve, a empresa informou que está deslocando funcionários da área administrativa para as operações, remanejando veículos e realizando mutirões.
A orientação aos clientes é acompanhar o andamento das encomendas pelo site ou aplicativo dos Correios e aguardar os prazos de entrega.
Em caso de dúvidas, os clientes podem entrar em contato pelos telefones 4003-8210 e 0800-881-8210 ou pelo chat disponível no site dos Correios.