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CONTESTOU AÇÃO

‘Pior governador da história’, diz Mendes ao rebater Taques

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), afirmou nesta segunda-feira (2) que ex-governador Pedro Taques deixou o comando do Estado “como um dos piores governadores da nossa história” e acusou o adversário político de mentir e agir com má-fé ao ingressar com uma ação popular contra o governo estadual. As declarações foram dadas durante entrevista à imprensa após a abertura dos trabalhos legislativos na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

“O Pedro Taques saiu do governo do Estado de Mato Grosso como um dos piores governador da nossa história. Foi candidato à reeleição, ficou em quarto lugar. Perdeu para brancos e nulos”, disse Mauro Mendes, ao comentar a ação popular ajuizada pelo ex-governador contra o governo estadual.

O governador afirmou ainda que Taques mente e age com má-fé processual, motivado por interesses eleitorais. “O Pedro Taques está mentindo e usando de má fé processual. Ele está motivado, seguramente, por interesses eleitorais”, declarou.

Mauro Mendes também fez ataques pessoais ao ex-governador. “Talvez doa muito nele hoje por inveja, uma pessoa invejosa, uma pessoa maldosa”, afirmou, acrescentando que os ataques não têm fundamento jurídico.

Segundo o governador, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) atuou de forma legal no acordo questionado e o governo está seguro quanto à regularidade dos atos. “A PGE está muito segura e tudo que ela fez é absolutamente legal”, disse.

Ao final, Mauro Mendes afirmou que Pedro Taques já está sendo acionado judicialmente por ataques pessoais e voltou a classificar a iniciativa como tentativa de desgaste político. “Ele está tentando, mais uma vez, aplicar um golpe eleitoral. Mato Grosso não vai cair no golpe eleitoral do Sr. Pedro Taques”, concluiu.

Ação popular

A ação foi ajuizada pelo ex-governador Pedro Taques (2015–2019) e aponta que empresas ligadas a parentes do governador Mauro Mendes e do deputado federal licenciado e chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), teriam se beneficiado de um acordo firmado para o pagamento de uma dívida tributária da empresa Oi, no valor de R$ 308 milhões. A denúncia também cita suposto favorecimento ao desembargador Ricardo Almeida, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

O governo do Estado nega qualquer irregularidade e sustenta que o acordo foi legal, vantajoso e resultou em economia de quase R$ 300 milhões aos cofres públicos, além de evitar bloqueios judiciais. A Procuradoria-Geral do Estado classificou como “má-fé processual” a alegação de que a ação rescisória da Oi teria sido protocolada fora do prazo e afirmou que Pedro Taques distorce fatos jurídicos com possível objetivo eleitoral.

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