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INADIMPLÊNCIA

Operário atrasa pagamentos e sofre ação de despejo em Várzea Grande

Clube é acusado de atrasar 10 meses de aluguel para idosa de 89 anos

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O Operário foi alvo de uma ação de despejo após atrasar pagamentos do aluguel de um imóvel em Várzea Grande. A ação foi movida por uma idosa de 89 anos, dona da casa alugada pelo clube no bairo Jardim Aeroporto, que pede a desocupação da mesma com urgência. De acordo com a ação, o Operário deve 10 meses de alugel à proprietária, que depende do valor para tratamentos de saúde. O valor total da causa é de R$19.828,80.

O contrato de aluguel foi firmado em fevereiro de 2023. Inicialmente o Imóvel funcionava como a sede do Operário, com alojamento de atletas, fisioterapia, rouparia e refeitório. Entretanto, há aproximadamente dois anos o clube deixou de usar a casa com essas finalidades, após transeferir as atividades para outro local.

Casa alugada pelo Operário em 2023 – Foto: Reprodução Google

Pedido de despejo

O pedido urgente de despejo é decorrente da situação de saúde da proprietária do imóvel. Isso porque a senhora de 89 anos é diagnosticada com doença cardíaca e renal hipertensiva com insuficiência cardíaca. O diagnóstico exige tratamento e acompanhamento médico constante, e o valor do alugel da casa – R$1300 – é apontado como principal fonte de subsistência da idosa.

A ação ainda manifesta desinteresse em uma audiência de conciliação entre as partes. A denúncia afirma que houve uma tentativa de solução amigável, no entanto o locatário não apresentou nenhuma manifestação concreta de negociação.

A denúncia da proprietária do imóvel é de que os alugueis não são pagos desde abril de 2025. Nesse período houve apenas um pagamento parcial de R$ 3 mil em janeiro deste ano. O valor foi considerado para pagamento dos meses de fevereiro e março, mas é insuficiente para quitar os demais. Ainda de acordo com a petição, o clube voltou a deixar de pagar o aluguel em abril.

Sendo assim, a ação movida na justiça une a necessidade urgente da idosa em receber o valor integral, à postura do locatário em meio a inadimplência. Além do pagamento total dos alugueis atrasados e da desocupação do imóvel, a petição também solicita o pagamento das custas processuais e honorários advocatiícios, fixados em 20% sobre o valor da condenação.

Em contato com o Capital Notícia, o presidente do Operário-VG, Wendell Rodrigues, afirmou que o clube não utiliza o imóvel há dois anos e que a casa está servindo de moradia para Roberto Moraes, dirigente do Chicote da Fronteira. Roberto Moraes, inclusive, foi o autor do pagamento de R$ 3 mil em janeiro deste ano.

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