Cristiano Dresch, presidente do Cuiabá, disparou contra o Grêmio e criticou fortemente o clube gaúcho pela dívida com o Dourado. As declarações foram dadas em entrevista para a Rádio Grenal.

Cristiano Dresch, presidente do Cuiabá – Foto: AssCom Dourado
Entre as declarações, Cristiano Dresch chamou o Grêmio de time sem vergonha e ainda criticou o sistema brasileiro neste aspecto.
“Um clube do tamanho do Grêmio dever um clube do tamanho do Cuiabá, dever um clube do tamanho do Vitória e dever um clube dever um clube do tamanho do Cascavel. Eu acho que caloteiro é pouco, é sem vergonha. É um clube que se aproveita de um sistema que não funciona e ineficaz”, disparou Cristiano Dresch.
O presidente do Cuiabá continuou a declaração cobrando os dirigentes do Grêmio e voltou a destacar a vergonha de um time do tamanho do clube gaúcho dever equipes menores.
“Eu acho que os dirigentes do Grêmio deveriam criar vergonha na cara e parar de ficar gastando dinheiro como eles estão gastando para pagar os times que são muito menores que o Grêmio, mas que são extremamente prejudicados pelo comportamento irresponsável do clube”, comentou o presidente do Cuiabá.
A dívida do Grêmio com o Cuiabá é de cerca de R$ 850 mil reais. Os valores são da negociação do volante Pepê, que deixou o Dourado rumo ao Rio Grande do Sul em 2023. Hoje, o jogador voltou a vestir a camisa do Auriverde da Baixada.

Pepe retornou ao Cuiabá em 2026 – Foto: AssCom Dourado
Cristiano Dresch ainda citou o transfer ban sofrido pelo Cuiabá. A punição da FIFA aconteceu devido a uma dívida de R$ 4 milhões com o técnico Petit. O presidente do Dourado listou o calote de diversos clubes como um dos motivos para a situação chegar onde chegou.
“O Cuiabá acabou de levar um transfer ban. O Cuiabá tem R$ 45 milhões de reais a receber de diversas equipes e esse transfer ban veio de um acordo que a gente não conseguiu cumprir devido a vários clubes que não nos pagaram”, disse Cristiano Dresch.
Além do Grêmio, Corinthians, Santos, Atlético-MG, Sport, Paysandu, Avaí e Vitória devem ao Cuiabá. A soma total dessas pendências chega a aproximadamente R$ 45 milhões de reais.