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ELEIÇÕES EM MT

Pivetta rebate Wellington e questiona destino de R$ 1,5 bi em emendas

Em tom crítico, o governador contrapôs sua trajetória empresarial e sua gestão em Lucas do Rio Verde ao histórico do senador no Congresso Nacional.

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O cenário da disputa eleitoral pelo Governo de Mato Grosso ganhou contornos de maior acirramento com as recentes declarações do governador Otaviano Pivetta. Em posicionamento direcionado ao senador Wellington Fagundes, seu principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás, Pivetta contrapôs seu histórico de gestor privado e prefeito ao longo mandato de Fagundes no Legislativo federal.
Durante pronunciamento, Pivetta destacou sua caminhada antes de ingressar na vida públic. “Com 36 anos, eu trabalhei desde os 14 para 15 anos, sempre empreendendo, sempre fazendo negócios, agricultura, prosperei muito com muito trabalho e muitas madrugadas”. Ele enfatizou que: “enveredei para a política porque eu não me sentia representado” e complementou que entrou na vida pública: “para servir o povo”, relembrando seus mandatos à frente do município de Lucas do Rio Verde como demonstração de sua capacidade executiva.
Ao direcionar críticas diretas ao seu oponente, Pivetta contrapôs seu perfil ao de Fagundes: “diferente dele, que ficou 36 anos como deputado, e nós sabemos que com salário de político não dá para construir casa própria, não dá para ter uma vida razoável”. O gestor prosseguiu questionando a atuação parlamentar: “quando você vê um político enriquecer, como ele, só no Congresso, que é uma organização de despachar emenda, de distribuir dinheiro, esse senhor falar de mim, é preciso que ele repense”.
Pivetta apontou que, nos últimos anos de atuação no Senado, Fagundes teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares, cobrando transparência:”procurem saber onde estão as emendas dele, um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais”. As críticas do governador também alcançaram a atuação de interlocutores e a gestão de verbas em órgãos de infraestrutura como o DNIT e a Sinfra em gestões passadas, ocasião em que citou episódios investigados: “ele quer voltar na cena do crime, eles estão com saudade do que faziam”, concluindo ao afirmar que “me comparar com ele, sinceramente, não dá”.

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