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Governador rebate críticas sobre fim de contratos do Samu: “Está cheio de emprego por aí”

Após polêmica sobre desligamento de profissionais, governador e secretário de Saúde explicam que contratos temporários venceram

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A polêmica envolvendo o fim dos contratos de profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na região metropolitana gerou troca de farpas entre o governo do estado e a imprensa. Em coletiva, o governador Otaviano Pivetta e o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, negaram que tenha havido demissões e defenderam a nova estratégia de integração com o Corpo de Bombeiros.

“Quem foi desligado? Mas está cheio de emprego por aí, né?”, afirmou o governador, em tom irritado, rebatendo perguntas de jornalistas. Ele ainda questionou: “Fui eu que demiti?”

O secretário Juliano Melo foi mais técnico e corrigiu o número citado inicialmente. “Não houve demissão. Houve um vencimento desses contratos temporários, de dois anos. São 38 profissionais que foram desligados, apenas para fazer um ajuste das escalas entre as unidades”, explicou. Ele garantiu que, se houver necessidade de reposição, novos contratos serão feitos.

Otaviano Pivetta, por sua vez, admitiu que se expressou mal em declarações anteriores ao comentar a possível substituição do Samu pelos bombeiros. Segundo ele, o serviço continuará normalmente, agora com atuação conjunta para agilizar o atendimento.

O governador aproveitou para sugerir um parâmetro de avaliação para a população: “O importante é o tempo de solução dos problemas quando acionado o socorro. Quanto era e quanto é hoje. O Samu vai continuar em colaboração com o Corpo de Bombeiros.”

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