Gilberto Figueiredo – secretário de Estado de Saúde
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, anunciou em entrevista ao Jornal da Capital, da Rádio Capital, nesta terça-feira (21.12) que a sua saída do Governo do Estado está marcada para o dia 31 de janeiro de 2022.
Gilberto deixará o staff do governador Mauro Mendes para dedicar-se a saúde e organizar sua candidatura a deputado estadual no próximo ano.
“No momento em que que dou publicidade da minha intenção de ser candidato a deputado, sempre vem uma preocupação daqueles que acham que nós podemos utilizar do cargo em benefício quase que fazendo a campanha antecipada. Para esses que pensam assim, é importante lembrar de vários episódios na saúde. Então, se quiser analisar toda a minha vida, o tempo inteiro eu estava fazendo política. Quando eu vou a Rondonópolis no primeiro dia de gestão resgatar o Hospital que estava sendo administrado pela OSS, eu também estava fazendo politicagem?”, disse.
O secretário disse que decidiu por anunciar a data de saída em razão das críticas que os gestores de Mauro vêm sofrendo por parte dos políticos.
“Essas ilações, agora com pouco menos de 2 meses pra eu me afastar eu estaria usando o meu cargo politicamente, é simplesmente um devaneio. Quanto a decisão de sair, como se mais de 3 anos ao longo do cargo não fosse suficiente para as pessoas me conhecerem. Como se eu dependesse desses últimos dois meses para me promover. Se o que eu fiz ao longo de toda a minha carreira por mato grosso não foi possível para a população perceber, então eu não sei. Eu saio oficialmente do Governo no dia 31 de janeiro. E eu acho que 3 anos e 1 mês seja suficiente para deixar uma marca na população de Mato Grosso”, reforça.
Gilberto ainda chamou atenção para as festas de fim de ano e férias para o avanço da covid-19 e também da influenza.
“Para o ano que vem há uma preocupação não só com a covid mas também com a influenza, que ainda não está presente. Se nós reportarmos ao auge dessa pandemia, que foi em janeiro a março, colapsou tudo, uma angústia nacional. Eu temo que essa flexibilização a ponto de como se a pandemia estivesse terminado, ela pode vir agravar”, reforça.
“Mas eu tenho dito que os gestores municipais tem suas autonomias, a recomendação minha e do Governo do Estado é para não realização de eventos com grandes aglomerações e com pequenos participantes. Que haja sim uma cobrança pela vacina, pelo teste. Esse é um vírus que se transmite de pessoa a pessoa, então quanto mais gente aglomerada piora tudo. Mas os gestores são eleitos, tem responsabilidade e respondem sobre isso. Então a prudência mostra que se deve abortar as comemorações”, finaliza o secretário.
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