Diogo Caravalho, ex-diretor de competições da Federação Mato-grossense de Futebol (FMF), mostrou insatisfação com o planejamento da Federação para a organização da Copa FMF.

Diogo Carvalho (de azul) em entrevista na Rádio Capital – Foto: Cristian Fonseca
Em entrevista ao Capital Futebol Clube, na Rádio Capital, Diogo Carvalho afirmou que a competição precisa ser estruturada e viável para a FMF e para os clubes.
“Quando retornamos com a Copa FMF em 2025, era uma competição de base. Tentamos de todas as maneiras que a competição fosse uma competição viável. O torneio é importante para o calendário, mas nós temos que ver a viabilidade da competição. Financeiramente é difícil para a Federação e principalmente para os clubes”, disse Diogo Carvalho.
Prevista para começar no dia 12 de setembro, a Copa FMF renderá uma vaga para a Copa do Brasil de 2027 para o campeão do torneio. Já com as vaga assegurada via estadual, o Mixto confirmou que não disputará a competição. Insatisfeito com a FMF, o Operário-VG também confirmou que está fora do torneio.
Com as vagas para a Copa do Brasil também garantidas via estadual, Luverdense e Sport Sinop não devem disputar a Copa FMF. O rebaixado Primavera também deve ficar de fora da competição.
Neste cenário, a Federação Mato-grossense de Futebol abriu vagas para clubes da Segunda Divisão de 2026 que não conseguiram o acesso para a elite de 2027. A decisão foi duramente criticada por Diogo Carvalho.
“Se um clube que vai disputar a segunda divisão em 2027 ganhar a Copa FMF esse ano, vai ter que montar um elenco somente para jogar um jogo da Copa do Brasil no ano que vem. Qual a qualidade técnica essa Copa FMF vai trazer para o nosso estado? Com toda sinceridade, é uma imbecilidade”, disparou o ex-diretor de competições da FMF.
No meio desta crise e insatsifação dos clubes, a Federação Mato-grossense de Futebol comandada por Diogo Pécora busca reverter a situação e realizar uma Copa FMF rentável, viável e atrativa para os clubes, torcedores e para a esfera do futebol mato-grossense.