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O vice-presidente estadual do Republicanos em Mato Grosso, Adilton Sachetti, pregou cautela diante do crescimento de Otaviano Pivetta nas pesquisas de intenção de voto para o Governo do Estado. Segundo ele, embora os números sejam positivos e demonstrem avanço do candidato, a eleição ainda exige trabalho até o último voto.
Durante entrevista à Rádio Capital, Sachetti afirmou que as pesquisas representam apenas um retrato do momento e destacou que o Republicanos não pode se acomodar diante dos resultados favoráveis.
“A gente tem uma alegria de ver que o Otaviano tem progredido e crescido nas pesquisas, mas temos os pés no chão. Tem que trabalhar, e trabalhar muito até a eleição”, afirmou.
Sachetti utilizou uma expressão para reforçar a necessidade de manter a mobilização durante a campanha. Segundo ele, acreditar que a eleição está ganha antes da hora pode colocar o resultado em risco.
“Para não ficar dormindo em berço esplêndido e, de repente, quando você vê, sai no meio dos dedos, tipo areia seca. Você perde a eleição achando que está ganho”, declarou.
O dirigente partidário ressaltou que o resultado das pesquisas pode variar de acordo com o momento e o local em que o levantamento é realizado. Para ele, a vitória só estará consolidada depois da apuração dos votos.
“A gente só vai ter sucesso nessa eleição depois que realmente encerrar o último voto no dia da eleição”, disse.
Sachetti afirmou ainda que a estratégia do Republicanos será manter o trabalho de campanha, com os candidatos percorrendo o Estado, conversando com eleitores e buscando ampliar o apoio a Pivetta.
“Trabalhando, indo atrás do voto, conversando com as pessoas, fazendo aquilo que tem que ser feito, aquilo que os candidatos se prepararam para fazer: trabalhar”, afirmou.