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PERTURBAÇÃO DO SOSSEGO

Mulher desafia PM, aumenta som e acaba presa por desacato

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Uma mulher foi presa na madrugada deste sábado (3), por volta da meia-noite, no bairro São José, em Primavera do Leste, após desacatar e resistir à abordagem policial durante ocorrência de perturbação do sossego.

Segundo o boletim de ocorrência, a guarnição da Polícia Militar foi acionada para atender denúncia de som alto na Rua Erma Baraldi.

A cerca de 200 metros do local, os policiais já ouviam o volume elevado, que foi confirmado como proveniente do endereço denunciado.

No local, a equipe fez contato com a proprietária da casa e a orientou a reduzir o volume ou desligar o aparelho sonoro.

Os policiais informaram que, em caso de reincidência, seria lavrado Termo Circunstanciado de Ocorrência e o equipamento seria apreendido.

Também foi esclarecido que havia diversas denúncias sobre o caso e que o volume estava muito acima do tolerável.

Após as orientações, a mulher afirmou que aumentaria o volume novamente assim que a guarnição deixasse o local, alegando estar em sua residência.

Diante da intenção de continuar com a infração, foi dada voz de prisão e o aparelho de som foi apreendido. Antes de sair, os policiais escoraram o portão da casa para resguardar o imóvel

A suspeita recusou-se a entrar no compartimento de transporte da viatura, mesmo sem a necessidade inicial de algemas.

Diante da resistência, foi necessário o uso moderado da força para contê-la e colocá-la no veículo. Durante a ação, ela tentou dar uma cotovelada em um dos policiais.

Durante toda a intervenção, a mulher proferiu desacatos contra a guarnição, dizendo que “não ia ficar assim”, chamando os policiais de incompetentes e afirmando que a equipe “tinha medo de prender faccionado”.

Os desacatos continuaram até a chegada à delegacia.Na Central de Flagrantes, foi oferecida a possibilidade de ir até a sala de registro sem algemas, o que ela aceitou inicialmente.

Já no interior da unidade, recusou-se a fornecer identificação e tentou sair da sala, desobedecendo nova ordem legal.

Para garantir a segurança da equipe e da própria conduzida, foi necessário o uso de algemas.A mulher foi apresentada à autoridade policial sem lesões aparentes e permaneceu algemada.

O caso foi registrado como desobediência, resistência, perturbação do sossego, desacato e ameaça.

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