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VOTAÇÃO NA CÂMARA

VÍDEO - Abílio justifica voto a favor de suspeito de ser mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco

Depois da polêmica votação na Câmara Federal para manter ou não a prisão de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), Abílio Brunini (PL) se diz preocupado em abrir precedente para prisão de parlamentares sem condenação

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Após votar a favor da soltura do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), que foi preso na preso pela Polícia Federal por suspeita de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, o deputado federal por Mato Grosso, Abílio Brunini (PL) justificou o seu voto na manhã desta quinta-feira (11).

Para Abílio, manter Chiquinho na cadeia pode abrir um precedente para se prender deputados federais em uma prisão preventiva sem apresentação de provas, onde continua em fase de inquérito de processo, não se tem ainda nenhuma decisão de juiz de julgamento condenatório, apenas caso de suspeita.

Apesar de o voto de Abílio ter sido contra, a Câmara decidiu manter a prisão preventiva do deputado Chiquinho Brazão, foram 277 votos a favor, 129 votos contrários e 28 abstenções. A sessão polemica aconteceu na noite de quarta-feira (10).

“Essa prisão preventiva pode trazer um problema muito em breve, o que impede agora de um ministro prender outro deputado sobre qualquer acusação preventiva e não apresentar provas sobre essa acusação,” disse o deputado federal.

Ainda de acordo com Brunini, se a suspeita for comprovada, ele quer que Chiquinho Brazão apodreça na cadeia pelo crime que ele cometeu, si o comete, para ele não se pode anteceder o processo jurídico.

Além de Brunini, outros quatro deputados federais de Mato Grosso votaram a favor da soltura, são eles Amália Barros (PL), Coronel Assis (União Brasil), Coronel Fernanda (PL) e José Medeiros (PL).

Veja vídeo:

 

 

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