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Emanuel Pinheiro diz que investigação contra Edna Sampaio é “inevitável”

O prefeito defendeu abertura de comissão processante para apurar o suposto esquema de ‘rachadinha’

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O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) defendeu na manhã desta segunda-feira (08.05) que seja aberta uma Comissão Processante contra a vereadora Edna Sampaio (PT) para investigar um suposto esquema de ‘rachadinha’ em seu gabinete na Câmara de Vereadores. Emanuel disse que a investigação é “inevitável”.

“Olha é uma situação que a Câmara precisa resolver, tem que ser dada uma satisfação para a sociedade é uma situação difícil. Uma comissão processante é inevitável ela tem que acontecer. Uma denúncia com essa gravidade, com fatos apresentados, ela tem que no mínimo ter uma investigação isenta, até para que  a vereadora possa provar que de alguma forma ela não tem nada a ver com isso, que foi um mal intendido, como ela vem alegando” disse Emanuel.

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Apesar do Prefeito defender uma Comissão Processante, os vereadores preferiram e encaminharam a denúncia a Comissão de Ética da Casa, para analisar. Caso fique comprovado o desvio, os parlamentares abrirão uma Comissão Processante para cassar a vereadora Edna Sampaio.

Segundo informações de bastidores, Emanuel Pinheiro teria endossado sua base na Câmara para cassar a vereadora. Um dos principais motivos do pedido do prefeito para os vereadores da sua base, seria por conta Edna oposição a sua gestão. Ela já protocolou pedido de Comissão Processante contra Emanuel Pinheiro.

O CASO

A denúncia contra a parlamentar foi revelada pelo site RD News que obteve conversas da parlamentar com sua ex-chefe de gabinete Laura Natasha relatando transferências bancárias de verba indenizatória, que totalizaram cerca de R$ 20 mil.

De acordo com a reportagem, comprovantes bancários, mensagens em áudios e conversas por Whatsapp foram encaminhados ao Ministério Público Estadual que investiga o suposto esquema. Consta no documento que, no ano passado, a vereadora recebeu pelos menos 20 mil reais, em transferências de 5 mil reais, de verba indenizatória, que seriam de sua até então chefe de gabinete, Laura Natasha. A ex-servidora foi exonerada do cargo, mesmo estando grávida, no início deste ano.

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