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Rival de Arcanjo tem prisão preventiva convertida em medidas cautelares

O acusado é dono da Ello FMC, empresa concorrente a Colibri de João Arcanjo.

em 14/08/2019

Gazeta Digital

Os desembargadores da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMT) converteram a prisão preventiva do réu Frederico Coutinho Muller em medidas cautelar. Ele deve usar tornozeleira eletrônica, como votou o relator do recurso, Rui Ramos.

O acusado é dono da Ello FMC, empresa concorrente a Colibri de João Arcanjo, que atua no jogo do bicho no estado. Ele e outras 32 pessoas foram presas em maio, durante a Operação Mantus.

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O pedido de habeas corpus foi julgado na sessão desta quarta-feira (14) e os demais magistrados acompanharam o voto do relator.

O Ministério Público Estadual (MPF) foi contra a revogação da preventiva, alegando que a justificativa de que o empresário seria o único responsável pelos cuidados do filho não foi comprovada. Pontuou também que a prisão era necessária para cessar a continuidade delitiva praticada pela quadrilha, que atuava no jogo do bicho e lavagem de dinheiro.

O desembargador Rui Ramos ponderou que há outras maneiras de impedir que o réu continue os crimes e que as cautelares seriam suficientes, uma vez que ele é réu primário.

“Tem que ser aplicado o mesmo pelo a mesma medida. Semana passa foi concedida cautelar a membros da outra organização”, afirmou o relator.

Os outros desembargadores seguiram o voto do relator e deferiram o pedido de relaxamento de prisão.

Na semana passada 9 membros da organização Colibri, liderada por Arcanjo, foram colocados em regime semiaberto com cautelares. Entre eles, o genro do bicheiro, Giovani Zem, considerado o representante de Arcanjo.



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