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Produtor rural esfaqueia dono de bar ao pedir música e não ser atendido

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Conhecido da polícia, o produtor Nédio Risieri Germiniani, de 54 anos, está sendo procurando por tentativa de homicídio. Em 2018, ele foi alvo de uma operação por suspeita de agredir a filha, e, no passado, chegou a ser preso após agredir a ex-namorada no Malai Manso, em Chapada dos Guimarães. Desta vez, o suspeito esfaqueou o dono de uma choperia, identificado como Celso Antônio Dalasene, em Sorriso (distante a 420 km de Cuiabá).

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Conforme o boletim de ocorrência, Nédio estava bebendo no bar quando, em determinado momento, pediu uma música da banda Mamonas Assassinas a uma cantora que se apresentava ao vivo. A mulher respondeu que não conhecia nenhuma música do repertório e não atendeu ao pedido do suspeito.

Revoltado por não ter o desejo realizado, Nédio começou a xingar a mulher: “essa cantora não canta nada, é uma lésbica, uma idiota”. Em seguida, o produtor rural deu socos na mesa.

A dona do bar, então, pediu que Nédio se acalmasse e parasse de xingar a cantora, mas ele se exaltou. O produtor rural então começou a ameaçar ela e o marido e perguntou se eles queriam expulsá-lo do estabelecimento e, em seguida, saiu do local.

Tempos depois, ele retornou com duas facas e ameaçou o proprietário do local. Ao tentar conversar com o cliente, Celso foi atingido com uma facada no peito.

Uma testemunha interveio para evitar que ele continuasse a atingir a vítima. O suspeito então saiu, em uma caminhonete Hilux, cor prata, e não foi localizado.

A choperia possui câmera de segurança que registrou imagens do crime.

A vítima está internada no Hospital 13 de Maio, em Sorriso.

Antecedentes

Nédio é conhecido na polícia e tem passagens criminais. Em janeiro do ano passado, ele foi detido após ser flagrado espancando a esposa, de 21 anos, em um resort de Chapada dos Guimarães. (Relembre aqui.)

Já em 2018, ele foi alvo da Polícia Civil, que fez buscas na residência dele. Na época, ele negou que tivesse ameaçado de morte o segurança do condomínio onde mora. Ele também afirmou que não agrediu a filha, 19 anos, e contestou a informação da Energisa de que na fazenda dele havia furto de energia elétrica. 

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