Diante desse cenário, a tendência é de que as aulas presenciais não sejam retomadas.

Gilberto Figueiredo alerta para possível colapso na saúde

O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, alertou para um possível colapso no sistema de saúde de Mato Grosso, nos próximos 15 dias. Segundo o gestor, se o aumento de percentuais seguir a média de 2 a 3, por dia, não haverá leitos em Unidades de Terapias Intensivas (UTIs) disponíveis. Diante desse cenário, a tendência é de que as aulas presenciais não sejam retomadas.

“Aqui a gente não tem que jogar toalha pra encobrir nada. A nossa capacidade de criar leitos novos, entre a iniciativa tomada ao lançar o edital de licitação pra esse leito ser implementado ela vai de 20 a 30 dias, vai demorar pra gente acrescentar leitos, porque pra ter leito de UTI precisa de estrutura física, gente, remédios e uma série de fatores não tão simples assim”, afirmou Figueiredo.

Conforme o boletim mais recente divulgado, a taxa de ocupação em leitos de UTIs em Mato Grosso está acima de 67%. Segundo o documento, dos 21 hospitais conveniados com o Sistema Único de Saúde (SUS), 14 já ultrapassam a marca de 50% de ocupação dos leitos para casos graves. 

Dos hospitais com 100% de lotação nos leitos de UTI adulto pactuadas estão seis unidades: Hospital Universitário Júlio Müller (Cuiabá), Hospital Regional Irma Elza Giovanella (Rondonópolis), Hospital e Maternidade Santa Rita (Várzea Grande); Hospital Regional de Sorriso (Sorriso), Hospital Regional Hilda Strenger Ribeiro (Nova Mutum) e Hospital Vale do Guaporé (Pontes e Lacerda).

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