O gestor participou de reunião com o Ministério da Saúde.

Gilberto afirma que Estado está preparado para vacinação contra covid-19

O secretário de Saúde (SES-MT), Gilberto Figueiredo, afirmou que o Governo do Estado já tem se preparado para seguir os protocolos de vacinação e que não devem faltar seringas e agulhas para a imunização em Mato Grosso. O gestor participou de reunião com o Ministério da Saúde, para garantir a distribuição imediata da vacina aos Estados, tão logo a Anvisa aprove a vacina contra o covid-19.

“Nós estamos preparando o nosso plano aqui, a luz dos públicos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, pra que tão logo a vacina seja disponibilizada a gente consiga fazer uma operação rápida aqui no estado de Mato Grosso e pra isso estamos programando também uma reunião com todos os secretários municipais pra que já estejam preparados pra fazer operacionalização da vacina ao grupo prioritário”, afirmou Figueiredo.

A expectativa do Governo Federal é de que os lotes de vacinas produzidos pelo Butantã sejam disponibilizados a partir do dia 20. “Isso acontecendo, assegura o ministro que a partir daí o ministério já estaria em condição de fazer a distribuição proporcional para os Estados. Quero crer que seringas e agulhas não serão problemas para o Estado de Mato Grosso. Quero crer que a vacina será disponibilizada o mais rápido possível, pra que a gente possa começar a operacionalizar a vacinação”, finalizou o secretário.

CoronaVac

Nesta terça-feira (12), o Instituto Butantan, que desenvolve a vacina contra a covid-19 em parceria com o laboratório chinês Sinovac, anunciou a eficácia global da CoronaVac que registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil.

Chamado de eficácia global, o índice aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves. O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde ( OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.

Na semana passada, o instituto divulgou que a CoronaVac atingiu 78% de eficácia na prevenção de casos sintomáticos leves, mas que precisaram de atendimento médico. Aquele anúncio, portanto, descartou os infectados que não precisaram de atendimento.

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