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Foi preciso tirar quadrilha de saúde e uma uma forte fiscalização para que o HMC funcionasse

Confira a entrevista com o vereador Felipe Wellaton.

em 14/08/2019

Idealizador do PROTAGONIZE, o 1° encontro do curso gratuito para mais de 100 pré candidatos a vereador por Cuiabá, o vereador Felipe Wellaton (PV), em entrevista à Rádio Capital FM nesta quarta-feira (14), comentou sobre o evento, que acontece no próximo sábado (17), no auditório da Fecomércio-MT.

De acordo com Wellaton, o programa chamado ‘Protagonize’, que acontecerá durante todo o dia no auditório da Fecomércio, ajudará a preparar mais de 100 pré-candidatos a vereador para a eleição de 2020. 

As palestras do dia serão com Soninha Francine, vereadora, duas vezes candidata a prefeita de São Paulo, ex-VJ da MTV e comentarista esportiva; Caio Cunha, reeleito vereador mais votado de Mogi das Cruzes-SP; Lenine Póvoas, ex-Procurador Geral da Câmara de Cuiabá e especialista em direito eleitoral, e Dino Gueno, consultor de marketing, palestrante e professor de pós-graduação na ESPM.

O desafio deles será falar para uma plateia nada homogênea: os selecionados são 70% homens e 30% mulheres, 25% tem nível superior incompleto e 55% são graduados e pós graduados.

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Na entrevista à rádio Capital, o vereador, que faz oposição a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), questionado sobre o Novo Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), que teve sua inauguração adiada totalmente por 4 vezes, disse que foi preciso ‘derrubar’ uma quadrilha na Saúde que causou um rombo de R$ 14 milhões, além de fiscalizar fortemente o andamento das obras para que a unidade hospitalar funcionasse.

Na época, foi preciso instaurar na Câmara dos Vereadores de Cuiabá uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar o esquema na saúde, que teve como desdobramento a prisão do ex-secretário de saúde, Huark Douglas.

“Derrubamos uma quadrilha na saúde, impedimos aumento no orçamento para algumas áreas que não eram essenciais, impedimos a diminuição do orçamento na saúde e na educação. Fiscalizamos o prêmio-saúde de secretário ilegal”, salientou, ao lembrar que o HMC foi adiado por 4 vezes.

Questionado se ele acredita que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) tenha feito uma organização criminosa na Prefeitura, Wellaton disse que as denúncias foram feitas e espera que os órgãos de controle apurem, mas só o tempo irá dizer o que foi essa legislatura e quais foram os crimes cometidos.

O parlamentar salientou que Pinheiro ordena R$ 2,5 bilhões por ano, sendo R$ 10 bilhões em quatro anos. E que viu um aumento gradativo em áreas que não eram essenciais e diminuição de orçamento para a saúde e educação.

“Fizemos o combate na saúde onde foi denunciado pela Delegacia Fazendária os crimes cometidos na pasta. Então não foi brincadeira. Ele usa do mandato político para proteção no caso do paletó”, destacou.

Wellaton avalia que Cuiabá vive nesses 300 anos um período muito sombrio, não evoluindo nem 1% na questão do transporte coletivo que há mais de 10 anos está com a mesma frota, o mesmo tipo de serviço público e os mesmos pontos de ônibus.



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