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Com luta marcada contra Cigano, Rozenstruik mira revanche contra Ngannou no futuro

*VH Gonzaga

 F. Ngannou (esq.) e J. Rozenstruik (dir.) fazem encarada antes do UFC 249. Foto: Reprodução/Instagram @ufc

© Reprodução/Instagram @ufc F. Ngannou (esq.) e J. Rozenstruik (dir.) fazem encarada antes do UFC 249. Foto: Reprodução/Instagram @ufc

O que deveria ser uma lembrança trágica para Jairzinho Rozenstruik, acabou representando um recomeço. Após sofrer sua primeira derrota na carreira ao ser batido por Francis Ngannou, em 9 de maio, o surinamês tentará se reerguer contra Júnior Cigano, em 15 de agosto, pelo UFC 252. Rozenstruik, no entanto, não esconde o desejo de promover uma nova luta contra o franco-camaronês, a quem desejou sorte na futura disputa do título dos pesados.

“Foi uma grande chance. Nós sabíamos que era uma grande luta, um desafio. Não aconteceu como eu gostaria, mas meu sonho ainda está vivo. Espero que ele (Francis) se torne campeão. Se você me oferecesse para enfrentá-lo amanhã, eu faria de novo. Eu treinei para encará-lo. São apenas negócios. Desejo sorte a ele e espero encontrá-lo por aí”, disse o surinamês em entrevista ao ‘MMA Junkie’.

Apesar de lamentar o primeiro resultado negativo em sua carreira como profissional no MMA, Jairzinho mostrou pés no chão para analisar o momento e entender que precisava melhorar. Para ele, nada atribui mais a um lutador do que se manter ativo em seu esporte.

“Nós não chegamos, de fato, a lutar. Isso acontece. Claro, uma derrota nunca é bom. Não é legal. É uma droga. Agora, eu estou de volta na academia, treinando forte e vamos tentar de novo. Vamos voltar ao octógono, que é o que eu mais quero”, finalizou.

No último mês, Rozenstruik firmou compromisso para enfrentar um velho conhecido dos fãs brasileiros. Júnior Cigano será o responsável por tentar emplacar o segundo revés em sequência na carreira do surinamês. Embora seja conhecido mundialmente como grande nome na história do UFC, o brasileiro também precisa da vitória para se recuperar de dois resultados negativos em sequência.

Sem vencer há mais de um ano, o catarinense vem de derrotas para o próprio Ngannou (em junho de 2019) e Curtis Blaydes (em janeiro deste ano).

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