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DISCUSSÃO NO PLENÁRIO

Vereadoras trocam acusações em sessão na Câmara de VG

Gisa Barros (Podemos) afirma que vai denunciar Rosy Prado (União) por quebra de decoro após mensagem em grupo de WhatsApp

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Uma discussão acalorada marcou a sessão plenária da Câmara Municipal de Várzea Grande nesta terça-feira (19). As vereadoras Gisa Barros (Podemos) e Rosy Prado (União) protagonizaram um bate-boca após supostas acusações de que parlamentares que apoiaram a reeleição de Wanderley Cerqueira (MDB) à presidência da Casa fariam parte de uma “quadrilha”.

Gisa Barros foi quem abriu os trabalhos na tribuna. Ela afirmou ter se sentido ofendida com uma mensagem enviada por Rosy em um grupo de WhatsApp e disse que possui prints da conversa.

“Quando a senhora manda mensagem a um grupo de vereadores dizendo que está horrorizada, que o vereador vai fazer parte de uma quadrilha ao votar na chapa 1, eu quero dizer a senhora que a senhora tem que provar que eu sou criminosa”, disparou Gisa.

A vereadora ainda ironizou o fato de Rosy não olhar em sua direção durante a fala. “Não vai olhar para mim, vereadora? Porque não tem coragem e hombridade”, acrescentou.

Em resposta, Rosy Prado rebateu as acusações e criticou a postura da colega. Ela citou episódios passados, incluindo uma acusação de racismo contra Gisa quando ela foi superintendente da Cultura – caso que, segundo Gisa, foi julgado e ela foi absolvida.

“Você não tem moral nenhuma para falar de nada. Você não tem essa parte ilibada que Vossa Excelência fala”, declarou Rosy, que também mencionou uma visita da cunhada de Gisa ao seu gabinete pedindo emprego e reclamando do tratamento da vereadora.

Na tréplica, Gisa Barros afirmou que vai protocolar uma representação contra Rosy na Comissão de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar. Uma das punições previstas pode chegar à perda do mandato.

“Meu nome nunca foi envolvido em crimes. Então a senhora nos respeite. A partir de hoje, eu vou representar a vereadora Rosy, porque eu não sou criminosa”, concluiu Gisa.

O caso deverá ser analisado nos próximos dias pela Comissão de Ética da Câmara Municipal de Várzea Grande.

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