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Pivetta recua e manda recontratar profissionais do Samu

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, determinou a recontratação de profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que haviam sido desligados ao fim de contratos temporários. A decisão encerra um impasse que mobilizou autoridades e servidores da saúde nas últimas semanas.

A medida foi tomada após reunião no Palácio Paiaguás com integrantes da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa e representantes da categoria. Entre os parlamentares que atuaram na articulação está o deputado estadual Dr. João, que defendeu a permanência dos profissionais e a continuidade do serviço.

“Essa é uma vitória que nós construímos com muito diálogo, firmeza e responsabilidade. Desde o começo, eu assumi essa luta porque estava claro que não se tratava apenas de vínculo de trabalho, mas da preservação de um serviço essencial para a população. Quero agradecer ao governador Otaviano Pivetta pela sensibilidade em compreender a gravidade do tema e por tomar uma decisão correta, que protege os profissionais e, principalmente, garante mais segurança no atendimento à população”, afirmou Dr. João.

Segundo o governo, a recontratação leva em conta a importância do Samu no atendimento de urgência e emergência, além da experiência dos servidores. O processo de reintegração será conduzido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), em conjunto com a Secretaria de Estado de Saúde.

“Em consideração à contribuição e ao histórico do serviço prestado, o Governo de Mato Grosso decidiu pela recontratação dos profissionais. O mais importante é garantir o atendimento à população. O Samu e o Corpo de Bombeiros vão seguir atuando juntos, com qualidade, rapidez e eficiência”, afirmou o governador.

A crise teve início após o encerramento dos contratos, o que gerou preocupação sobre possível redução no atendimento. O episódio também envolveu discussões sobre a integração do Samu com o Corpo de Bombeiros, estratégia que, segundo o governo, será mantida para garantir mais agilidade e eficiência.

Com a decisão, os profissionais devem retornar aos postos, assegurando a continuidade do serviço à população. Representantes da saúde avaliam que a medida traz mais segurança aos trabalhadores e evita prejuízos no atendimento de emergência.

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