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Maria Bethânia lança o registro integral do show feito com Zeca Pagodinho

em CD duplo e em DVD

em 28/11/2018

Maria Bethânia já está há quatro anos sem lançar um disco de estúdio. Nunca a cantora ficou tanto tempo sem apresentar um álbum do gênero.

É um período grande em se tratando de Bethânia, mesmo levando em conta que a discografia da produtiva intérprete intercala, desde os anos 1990, registros ao vivo de shows e álbuns de estúdio.

O fato é que Bethânia vem arquitetando um esperado álbum de estúdio nos últimos dois anos, mas o projeto sempre acaba postergado por conta de gravações ao vivo de shows. Como é o caso da gravação que perpetua o encontro da cantora baiana com o sambista carioca Zeca Pagodinho no show De Santo Amaro a Xerém, captado em São Paulo (SP) em apresentações feitas em 18 e 19 de maio na casa Citibank Hall.

O registro integral do show será posto pela gravadora Biscoito Fino no mercado fonográfico a partir de 30 de novembro, em CD duplo, em DVD e em edição digital.

Enquanto sonham com um álbum de estúdio de Bethânia, previsto (mas ainda não anunciado) para 2019, os fãs da cantora ouvirão e verão o CD e DVD De Santo Amaro a Xerém. Ambos trazem as mesmas 44 músicas distribuídas em 34 faixas.

 

Eis, na disposição do DVD, o repertório no qual Bethânia registra com Zeca o inédito samba de roda Amaro a Xerém – composto por Caetano Veloso para o show, a pedido da cantora – e o também inédito samba A surdo 1, de Adriana Calcanhotto:

Maria Bethânia e Zeca Pagodinho:

1. Verdade (Nelson Rufino e Carlinhos Santana, 1996) / O que é o que é (Gonzaguinha, 1982) – citação instrumental

2. Amaro a Xerém (Caetano Veloso, 2018)

2. Sonho meu (Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1978)

4. Você não entende nada (Caetano Veloso, 1970) / Cotidiano (Chico Buarque, 1971)

5. De Santo Amaro a Xerém (Leandro Fregonesi, 2018) – Citação

Zeca Pagodinho:

6. A voz do morro (Zé Kétti, 1955)

7. Verdade (Nelson Rufino e Carlinhos Santana, 1996)

8. Lama nas ruas (Almir Guineto e Zeca Pagodinho)

9. Maneiras (Silvio da Silva, 1987)

10. Não sou mais disso (Zeca Pagodinho e Jorge Aragão, 1996)

11. Saudade louca (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Franco, 1989)

12. Vai vadiar (Monarco e Ratinho, 1998)

13. Coração em desalinho (Monarco e Ratinho, 1986)

14. Samba pras moças (Roque Ferreira e Grazielle, 1995)

Maria Bethânia e Zeca Pagodinho:

15. Ogum (Marquinhos PQD e Claudemir, 2008)

Maria Bethânia:

16. Adalgisa (Dorival Caymmi, 1955) / Falsa baiana (Geraldo Pereira, 1944)

17. Iluminada (Jorge Portugal e Roberto Mendes, 1996)

18. Pano legal (Billy Blanco, 1956) / Café soçaite (Miguel Gustavo, 1955)

19. O X do problema (Noel Rosa, 1936)

20. Ronda (Paulo Vanzolini, 1953)

21. Negue (Adelino Moreira e Enzo Almeida Passos, 1960)

22. Marginália II (Gilberto Gil e Torquato Neto, 1968) / citação de Estação derradeira (Chico Buarque, 1987)

23. Pertinho de Salvador (Leandro Fregonesi, 2018) / Santo Amaro (A. Gabriel e Del Feliz) / Quixabeira (Carlinhos Brown, Bernard Von Der Weid, e Afonso Machado Mane de Izaias, 1996, a partir de tema tradicional)

24. Gente humilde (Garoto, Vinicius de Moraes e Chico Buarque, 1969)

25. Reconvexo (Caetano Veloso, 1989)

Zeca Pagodinho (tributo à escola de samba Portela):

26. Portela na avenida (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1981) / Lendas e mistérios da Amazônia (Catoni, Jabolô e Valtenir, 1970) / Foi um rio que passou em minha vida (Paulinho da Viola, 1969)

Maria Bethânia (tributo à escola de samba Mangueira):

27. Jequitibá (José Ramos, 1949) – citação / A surdo 1 (Adriana Calcanhotto, 2018) / Exaltação à Mangueira (Enéas Brites da Silva e Aloísio Augusto da Costa, 1955) / Chico Buarque da Mangueira (Nelson Dalla Rosa, Vilas Boas, Nelson Csipai e Carlinhos das Camisas, 1997), Atrás da verde-e-rosa só não vai quem já morreu (David Correia, Paulinho Carvalho, Carlos Senna e Bira do Ponto, 1993) / Maria Bethânia, a menina dos olhos de Oyá (Alemão do Cavaco, Almyr, Cadu, Lacyr D Mangueira, Paulinho Bandolim e Renan Brandão, 2015)

Maria Bethânia e Zeca Pagodinho:

28. E daí? (Miguel Gustavo, 1959)

29. Desde que o samba é samba (Caetano Veloso, 1993)

30. Naquela mesa (Sérgio Bittencourt, 1972)

31. Chão de estrelas (Silvio Caldas e Orestes Barbosa, 1937)

32. Amaro Xerém (Caetano Veloso, 2018)

Maria Bethânia e Zeca Pagodinho:

33. Deixa a vida me levar (Serginho Meriti e Eri do Cais, 2002)

34. O que é o que é (Gonzaguinha, 1982)

 

*G1



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